segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Como se resolve a violência? Na (bancada da) Bala!


           É de conhecimento de grande parte da população que nossa magna carta, promulgada em 1988, recebe a alcunha de constituição cidadã.  Este carinhoso apelido se dá pelos incríveis avanços constitucionais garantidos por ela. Ao logo de 26 anos, no entanto,  o compêndio de leis parece mais um sonho infantil que um ordenamento jurídico.
Dentre muitos casos, exemplifico tal afirmação partindo da seguinte proposição da Lei de Execução Penal:
“Art. 88. O condenado será alojado em cela individual que conterá dormitório, aparelho sanitário e lavatório.
Parágrafo único. São requisitos básicos da unidade celular:
a) salubridade do ambiente pela concorrência dos fatores de aeração, insolação e condicionamento térmico adequado à existência humana;
b) área mínima de 6,00m2 (seis metros quadrados)."
                Já dizia Foucault em Vigiar e Punir que “a prisão, em sua realidade e seus efeitos visíveis, foi denunciada como o grande fracasso da justiça penal”. Aos olhos dos defensores dos direitos humanos, o trecho constitucional parece piada de mau gosto, para os conservadores que acreditam na repressão policial e o trancamento em instituições prisionais como as nossas, parece não ser suficiente o grau de insalubridade e desumanidade destes locais.  Hoje, representados no Congresso Nacional, essa ala conservadora tem voz. Chamados de “bancada da bala”, alguns nomes famosos como Jair Bolsonaro e Alberto Fraga contam com apoio de pelo menos mais 19 congressistas. Entre eles o delegado Waldir, eleito no  estado de Goiás pelo PSDB, aliás, deputado federal mais votado no estado. Seu slogan deixa claro sua intenção “4500, 45 do calibre, 00 da algema”.
                Aos fiéis da repressão advirto: não há relação entre diminuição da violência e sistema prisional rigoroso/violência policial! Essa é uma das poucas afirmações categóricas que faço sem medo.
                Pegando o mapa da violência mundial, o Brasil detém a quarta maior população carcerária do planeta, 536 mil detentos, perdendo apenas para os EUA, China e Rússia. Lembrando que os 3 países citados não são, nem de longe, referência de segurança pública. O Brasil tem como mais um dado de comparação  alarmante a 7° posição do ranking de maior número de assassinatos, singelos 56337 no ano de 2012, sendo deste total 41127 negros, 91% homens. O número parece espantoso? Segurem o estômago para o número de estupros: 50617 no ano de 2013, isso refletiu o aumento de 18% em relação ao ano anterior.
                E qual a proposta dos queridos congressistas da bala? Redução da maioridade penal para 16 anos, essa é a prata da casa. Em conjunto com essa atrocidade mais que irresponsável, condenada até mesmo pela Organização das Nações Unidas (ONU), vem aquela série de propostas radicais: prisão perpétua, pena de morte, trabalhos compulsórios e isolamento total.


                Mal havia sentido o gosto da vitória e o delegado Waldir mostrou a que veio. Em sua página no facebook, entre uma atrocidade ou outra que ele destila em suas publicações, soltou esta pérola sobre o serial killer de Goiânia:  “este serial, se não cometer suicídio ou for morto no presídio.....será sustentado pelas famílias das vítimas...com todas regalias que nosso sistema prisional oferece” , tudo indica que o delegado é a favor de introduzir a discussão sobre a pena de morte no Brasil, além de achar mais que aconchegantes as cadeias tupiniquins.
                Julgando que fosse eficiente e pudesse ser colocada em total suspensão moral, a pena de morte, ainda assim, é um fardo custoso para qualquer sociedade que a adote. A eficiência, definitivamente, não é o caso. Há experiências ao redor do mundo, todas elas muito mal sucedidas, que comprovam a ineficiência da pena de morte para a redução da criminalidade. Obviamente cito a realidade norte americana por ser, entre os países desenvolvidos, aquele que possui maior número de mortes (6) para cada 100 mil habitantes, mesmo contando com prisões perpétuas e um sistema de execução penal altamente punitivo, com sanções duríssimas.
                Já na Islândia, em 2013 houve o primeiro caso de homicídio causado pela polícia na história do país. Realidade bem diferente da nossa, já que 1 em cada 4 assassinatos no Brasil é causado pela polícia. Noruega ocupou-se de um problema social sério: estudou fechar penitenciárias por falta de presos. A questão trouxe duas discussões:1- que modelo de segurança pública é esse que não produz criminosos? 2-  pensando em transferir seus detentos para Bélgica, a comercialização do criminoso também foi discutida. Vários exemplos ao redor do mundo comprovam que a luta contra a criminalidade não é tão simples como pensam alguns cowboys congressistas.
                Quando cito essas inconvenientes constatações, sempre me rebatem com um “isso é lá fora, vamos falar de Brasil”. Ok! Vamos falar de Brasil. Assim fica muito mais fácil sustentar meu argumento. Antes, porém, quero deixar claro que acredito em medidas rigorosas contra o crime organizado, com participação exaustiva de diversos órgãos fiscalizadores e a investigação policial intensificada. Isso não justifica a violência policial brasileira, que de acordo com Martha Huggins é a polícia mais violenta do hemisfério.
                Exemplo prático e com um retorno excepcional aconteceu no Distrito Federal. Este tema é algo que faz parte do meu acervo histórico pessoal. Vivenciei isso na pele. Em 1998, Planaltina sofria de uma guerra entre duas gangues que gerou velórios, choros, missas de sétimo dia e até mesmo rimas do consagrado grupo de rap da capital, Código Penal: “a polícia quase sempre chega atrasada/ Mas a morte não para/ Não tem hora marcada/ Pombal e Agreste, Véi, guerra declarada!”. Ainda hoje, puxando na memória, seria capaz de citar inúmeros nomes que morreram em função desse conflito.
                Eu, morador do Jardim Roriz (Agreste), vi diversas cenas de violência, cenas que faziam parte da arquitetura social daquela comunidade.  Desde espancamentos, cobranças humilhantes de dívidas de drogas, trocas de tiro, violência policial, exploração da inocência da criança (lembrando que um dos mais violentos criminosos dessa época, morreu com dezenas de tiros a queima roupa com 15 anos de idade, dizem que seu primeiro crime foi esfaquear o padrasto aos 11) até os assassinatos em função do ódio acumulado por vinganças infindáveis.
                Devido à situação caótica, em 1999, no governo de Cristóvão Buarque, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) fez um mapa da violência no DF. Constatou-se que o horário crítico da violência era de 23:00h até 2:00h. Em Planaltina, para Pombal e Agreste, era a hora da extinção das leis do Estado. Qualquer policial daquela época (se for honesto com sua memória) pode relatar o medo que os próprios agentes da lei sentiam ao patrulharem esses bairros. O que fazer perante tal situação, em que, mesmo a polícia se vê de mãos atadas contra a crescente violência?
                A resposta veio sem hipocrisia, de acordo com a ideologia pregada pelo calvo ex reitor da Universidade de Brasília: Desenvolveu-se o projeto Esporte à Meia Noite. Idéia simples, que dependia mais de boa vontade e humanismo que recursos exorbitantes em armas, carros e patrulhamento. O espaço escolar interagiu com a segurança pública. As quadras das escolas foram destinadas a receber cidadãos, aqueles que quisessem, independente de qualquer situação de harmonia ou de conflito com a lei. Os policiais ficaram responsáveis pelo patrulhamento interno das escolas, tentando evitar a proliferação de drogas e conflitos violentos.  Um ônibus era destinado a rodar, a partir das 22:00h, por todo o bairro e levar aquela garotada para fazer aquilo que, de fato, maior parte dos garotos da favela gostam: Jogar bola.
                Planaltina foi o projeto piloto. O resultado? Diminuição de 67% do índice de violência no horário crítico! O número era absurdo, era acima de qualquer meta esperada, rapidamente, depois de um mês em Planaltina, o projeto se estendeu para mais 3 Regiões Administrativas do Distrito Federal. A experiência motivou todos. A polícia naquela época, passou a administrar melhor sua relação com a população local, até mesmo desenvolveu outros projetos educativos muito admiráveis, como o ônibus museu itinerante da Polícia Civil, que trata nas escolas o problema das drogas, ou o Programa Educacional de Resistência às Drogas da Polícia Militar (PROERD) .
                É quando respeitamos a polícia. É nesse momento que a imagem do herói da favela começa a ser contestada. Vale lembrar que em comunidades pobres, o inimigo é o policial e não o bandido. Muitas vezes, como era comum no Jardim Roriz, o criminoso era visto como pessoa distinta, admirado e imitado por muitas crianças. Era ele que tinha acesso a qualquer espaço social e cobiçado pela maioria das mulheres. Mas quando houve esse tipo de interação entre a segurança pública e a comunidade local o crime diminuiu. Não é com cadeia, espancamento e grupo de extermínio (pena de morte aplicada pelas polícias) que a criminalidade é reduzida, mas sim promovendo espaços solidários e humanos, combatendo as desigualdades e oferecendo oportunidades, tanto de lazer, quanto de acesso.

                Segurança se faz com educação , prevenção e amor! Não com o ódio promovido pela bancada da bala e alimentado pelo conservadorismo da população amedrontada.

48 comentários:

  1. A vida humana não é uma causalidade, ela existe para que essa origem transforma-se. Matar uma pessoa é desviar esse desenvolvimento. Não tenho a competência necessária e suficiente dessa personalidade superior humana para concluir que uma pessoa deveria ser anulada e deixar de se desenvolver.
    Para proteger a sociedade, um malfeitor deve ser isolado enquanto não mudar sua mentalidade e sua atitude. No entanto, deve-se dar a ele a chance de efetuar em si próprio essa mudança. Para isso, é completamente necessário que o preso seja tratado com decência. Porém, enquanto houver miséria social e educacional, é difícil falar em decência do preso e concretizá-la.
    Segundo a fonte http://www.uniplac.net/emaj/Artigos/007.pdf '' que está em pdf '' diz :(No sistema jurídico brasileiro o direito à vida é reconhecido como um direito
    fundamental, expressamente proclamado e garantido como cláusula pétrea pela Constituição
    da República Federativa do Brasil de 1988. Porém, os índices de criminalidade estão cada vez
    mais crescentes. Então, seria o Direito Penal Máximo, a Pena de Morte, um meio eficaz para
    combater a violência? ) Logo venho a pensar ; '' A pena de morte é um símbolo de terror e, nesta medida, uma confissão da debilidade do Estado."
    Mahatma Gandhi.

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Está mais do que claro que violência não se resolve com violência. Isso é indiscutível. Entretanto, o que está escrito em papéis (estes que se dizem a lei) com toda certeza se contrapõem a realidade vivida no Brasil (tratarei este caso visando à lei brasileira).
      Mas podemos tomar como exemplo dois países: os EUA e a Islândia. Se pararmos para pesquisar como andam os índices de violência no mundo não podemos deixar os EUA de fora, sendo que em certos estados desse país a lei de Pena de Morte é permitida pela Constituição em casos de crimes mais severos, mas, se parar para ver os percentuais, os EUA ocupa o topo da lista de maior população carcerária do mundo, chegando a um número absurdo, cerca de 2,3 milhões de presos. Agora me responda: a pena de morte leva mesmo a uma redução na criminalidade? Só pelos números podemos ver que não. Agora tomemos outro caso, na Islândia, ‘’Segundo o UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes), a taxa de homicídios na Islândia entre os anos de 1999 e 2009 nunca foi mais alta que 1,8 por 100 mil habitantes. ’’
      Agora sim, podemos ver que uma boa educação e qualidade de vida podem transformar a realidade de um país. Tirar a vida de terceiros não é do direito de ninguém, e maus tratos não garantem que este infrator volte à sociedade renovado, com vontade de fazer o bem, muito pelo contrário. Não vejo outra solução, para a diminuição de casos de marginalidade, a não ser educar e oferecer uma boa qualidade de vida a pessoas que tem tido pouco, ou até nenhum suporte, por parte do Governo, que o ajude na vida.

      Excluir
  3. A criminalidade se resolve com a exclusão? Notoriamente a resposta é não! O Sistema Priosional Brasileiro é a prova que esta medida é falha e impune, para dar ênfase a tal afirmação é importante citar que no Brasil o número de reincidentes criminais é alarmante: A cada 100 presos, 70 voltam para a vida do crime. As prisões brasileiras se resumem em um amontoado de pessoas maltratadas e sem direito a condições básicas de saúde e cidadania. A barbárie é que após o cumprimento da pena, os carceráreos são excluídos da sociedade, e consequentemente, ao invés de reinserirem à sociedade, os quais voltam para a vida do crime. A inclusão dos criminosos no meio social é importantíssima, vale ressaltar que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) criou um projeto chamado "Começar de Novo" que consiste fornecer cargos de trabalho e cursos de profissionalização para presos e egressos do sistema carcerário, dando-os a retomada do direito à cidadania e diminuindo a reincidência de crimes, a diminuição da criminalidade é resultado da união da prevenção e da cidadania.

    ResponderExcluir
  4. Para muitos dos brasileiros, a pena de morte seria a melhor solução para acabar com tanta violência. Muitos fazem essa afirmação sem ao menos o conhecimento do que esse tipo de punição trás. É claro nas estatísticas, que os países que contém uma polícia altamente violenta e ostensiva e a pena de morte obtêm as maiores populações carcerária. É esse número só cresce enquanto esse tipo de lei permanece.
    É impressionante que pessoas que ocupam os mais altos cargos no congresso ainda tenham essa concepção, que violência se resolve com violência. Mesmo que no Brasil segundo a constituição a vida seja um direito, o numero de pessoas mortas pela policia e cada vez maior, e o resultado disso, e a quarta maior população carcerária do planeta e altos índices de criminalidade e violência.
    A maior parte da violência, mortes e criminalidade vem das comunidades, onde a falta de oportunidade e acesso e a maior, desta forma combater a violência oferecendo oportunidades combatendo a desigualdade, até mesmo com projetos simples mais que só de oferecer oportunidades para que essas pessoas saiam das ruas, pode-se observar a diminuição nos índices de violência.

    ResponderExcluir
  5. Uma das maiores agressões que aumenta a cada dia no Brasil são os estupros, crimes brutais e sádicos. As prisões estão simplesmente transbordantes de pessoas que cometeram crimes similares ou piores que esse. Entretanto, sabemos que a violência aplicada em cada sela (que sabemos que é real) não é suficiente para exemplificar e impedir que outras pessoas comentam o mesmo crime. Será que os nossos “representantes” não enxergam que com a VIOLÊNCIA, simplesmente não chegaremos a lugar algum? Porque será então que nos Estados Unidos a criminalidade não cai disparada se lá há penas que realmente fazem os estômagos revirarem? O problema é de quem? Quem é o responsável? Alguém se dispõe a mudar?
    Grandes homens foram aqueles que morreram em busca de paz, e o mais incrível é saber, que a paz se faz com um simples ato de caridade. O pior dos cegos é aquele que não consegue enxergar a verdade, violência não acaba com violência. Matar, torturar, tanto física como psicologicamente, não coloca um ponto final na criminalidade, mais sim, dá um grande impulso para que ela continue. Revolta gera revolta e assim continuamente, e será de geração a geração. Até que uma alma provida de senso e de compaixão intima, perceba que a violência só será extinta no dia em que os tão formosos deputados, senadores, ministros e o blá blá todo levantarem seus belos traseiros de suas confortáveis cadeiras e começaram a trabalhar, em prol não do seu bem unicamente, mais em prol de um bem comum a todos.
    Vivemos em uma falsa democracia representativa, em que o poder emana das mãos dos eleitores, porém a verdade é que uma monarquia absolutista, explícita, acontece no tão famoso Congresso Nacional. Com total certeza os amados “eleitos” não pensam na sociedade em que deveriam representar, contudo, em SI mesmos!
    Enfim, se querem solução ai vai uma. Bacana seria se criássemos o dia “D” dê se doar momento de arregaçar as mangas e colocar a mão na “massa”. Ir às favelas, aos bairros pobres, carentes que possuem altos índices de incidência a criminalidade levando alegria. Ressaltando que muitas vezes ela pode estar dentro de simples saco de bolachas até o mais nobre brinquedo. Se formos mesmo o país do futebol que tal promovermos jogos recreativos, utilizando as vilas Olímpicas e os maravilhosos estádios. Tudo com o monitoramento da polícia. Não que seja necessária, mais para que com isso a ruptura entre comunidade e polícia seja refeita. Nós fazemos escolhas, e nossas escolhas nos fazem. Está na hora de colocarmos um basta em uma cultura violenta e hipócrita, e como dizia Bob Marley “não cruze os braços diante de uma dificuldade, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos!”

    ResponderExcluir
  6. A violência e um caso muito difícil de resolver, mais também não são impossíveis. Segundo o jornal de todos os brasis, comente que um levantamento feito pela equipe de reportagem da carta capital mostra que a partir de 2015, a Câmara Federal contará com 22 deputados de chamada ''Bancada da Bala'‘. Entre eles estão nomes Vai Jair Bolsonaro (PP), um dos mais votados no Rio de Janeiro, e delegados Waldir campeão de votos em Goiás.
    É horrível uma mãe saber que o filho foi morto por irresponsabilidade de pessoas sem coração, como um país que cedeu um dos eventos mais conhecido a copa do mundo porque pelo menos não tentamos mostra alguém de bom em nosso País.
    Não temos que esperar por ''presidenta ou alguém que pode ser supremo'' temos que criar vergonha na cara para com certas bobagens o futuro depende de nós vamos fazer a diferença se ele não faz vamos fazer nós mesmo.

    ResponderExcluir
  7. Aqueles que pensam que a pena de morte é a única solução para o combate contra o crime deveriam abrir mais sua mente, muito menos diminuir a maioridade penal para 16 iria resolver algo, caso ocorresse isso os de 14 começariam a cometer mais crimes e assim por diante, iniciando um ciclo repetitivo até chegar a um determinado momento que assim que a “criança” nascer já poderia responder judicialmente. Isto claramente está fora de nossos padrões, às penitenciárias já estão lotadas com pessoas acima de 18 anos imagine com as de 16, se já está um caos ficaria claro que iria piorar.
    Sobre a taxa de crimes cometidos nos países de primeiro mundo é notoriamente superior que a nossa tem um leve e simples motivo: Educação, nosso país não tem um bom IDH e muito menos para aqueles, cujo não teve uma educação avançada, já que o mercado se abrangeu mais ainda limitando as chances de muitos, em todo o mercado de trabalho é quase obrigatório ter o Ensino Médio concluído, quando somente nestas últimas duas décadas que retiramos uma grande parte de brasileiros do Analfabetismo, ou seja, se o Brasil quer tanto diminuir os crimes cometidos que invista tanto na segurança pública como na educação. Infelizmente isto não ocorre mais e mais pessoas entram na criminalização não por que querem, mas sim pelo simples fato de não ter escolha. Não estou generalizando muitos utilizam do crime como forma mais fácil de receber capital. Mesmo que o Brasil seja fraco na educação tem mais outra medida de rever isso, remodelar as leis. Não é uma coisa simples, mas também é muito estranho que mais de 50% de presidiários que cometem crimes bárbaros voltam para as ruas em pouco tempo, deixando os arquivos em segredos ou simplesmente somem dos bancos de dados. È engraçado como tudo se encaixa como uma grande fábrica, infelizmente nosso sistema é fácil de burlar, deixando com que os infratores não tenham medo de nossa lei e justiça achando que a mesma é fraca.
    Não temos grandes escolhas até esperar que nossa Justiça mude, que crie mais leis severas e que não pegue leve nem com os mais ricos ou os mais pobres, somos democráticos se há muito tempo atrás foi reivindicado que todos teriam igualdade, precisamos dela hoje e agora, já viu algum rico de classe alta ficar mais de dez anos na prisão, bem acho que ninguém viu, mas vivemos assim controlados pelos mais ricos. Até que um dia tudo mude e que traga a igualdade e justiça que tanto “falam”.

    ResponderExcluir
  8. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  9. Sabendo-se que o desrespeito é o principal causador de violência, podemos então combater a violência diminuindo os diferentes tipos de desrespeito: seja o desrespeito econômico, o desrespeito social, o desrespeito conjugal, o desrespeito familiar e o desrespeito entre as pessoas (a “má educação”). Em termos pessoais, a melhor maneira de prevenir a violência é agir com o máximo de respeito diante de toda e qualquer situação. Em termos governamentais, as autoridades precisam estimular relacionamentos mais justos, menos vulgares e mais reverentes na nossa sociedade. O governo precisa diminuir as explorações econômicas (as grandes diferenças de renda) e podar o excesso de “liberdades” principalmente na TV e no sistema educativo do país. A vulgaridade, praticada nos últimos anos vem destruindo valores morais e tornando as pessoas irresponsáveis, imprudentes, desrespeitadoras e inconsequentes. Por isso, precisamos, também, restabelecer a punição infanto-juvenil tanto em casa quanto na escola. Boa educação se faz com corretos deveres e não com direitos insensatos. Precisamos educar nossos adolescentes com mais realismo e seriedade para mantê-los longe de problemas, fracassos, marginalidade e violência. Se diminuirmos os ilusórios direitos (causadores de rebeldias, prepotências e desrespeitos) e reforçarmos os deveres, o país não precisará colocar armas de guerra nas mãos da polícia para matar nossos jovens cidadãos (como tem acontecido tão frequentemente).

    ResponderExcluir
  10. É fato que os congressistas acreditam que iram resolver toda essa violência com leis que ao meu ver geram mais violência, não será isolando homens e mulheres da sociedade que irão resolver o problema da criminalidade do nosso pais. Violência se combate com educação, e não com penas mais drásticas, não é punindo e levando a condições desumanas que haverá redução na população carcerária. A realização de projetos sociais com intuito de diminuir a desigualdade social abrindo outros caminhos, além dos caminhos criminosos que aumentam a violência, deveria ser oferecido à população de baixa renda, movimentos que levam “sorrisos” para essas comunidades carentes deveriam ser feitos, logico, que com a ajuda das pessoas que nos elegemos para nos representar, e com apoio da segurança policial. A bancada do congresso deveria focar mais em projetos para os jovens, sem a devida educação ficam em um caminho único para a criminalidade sem ao menos o direito de escolher um futuro melhor. A violência no Brasil atingiu índices inaceitáveis e a grande dificuldade em se colocar um fim a esse mal é a multiplicidade e grandeza de suas causas, Tratar problemas como este exige total participação da sociedade e empenho singular dos órgãos administrativos.

    ResponderExcluir
  11. É impressionante como o governo consegue ser tão imparcial e hipócrita. A única proposta de melhoria que conseguiram cogitar foi a Redução da maioridade penal para 16 anos. Notavelmente percebemos que isso está totalmente fora dos nossos padrões brasileiros, de forma que nossas penitenciárias já estão com lotações acima do adequado, ocorrendo assim um terrível caos. Esse problema todo ocorre tendo apenas pessoas maiores de 18 anos, imagine se acontecesse a redução da maioridade penal para os 16 anos de idade. Segundo alguns dados vemos que o Brasil detém a maior população carcerária do planeta, perdendo apenas para 3 países, que em relação a segurança pública está bem distante de ser exemplo. Temos números de assassinatos e estupros horrorizastes e que infelizmente acabam aumentando todo ano. A situação do Brasil é sem sombras de dúvidas alarmante desde muito tempo, presenciamos cenas de violências que já viraram marca de nossa sociedade. Ressaltamos então, que em regiões de situações mais subdesenvolvidas o bandido é visto e admirado por moradores, incluindo crianças e mulheres. O grupo de policias brasileiros e considerados o grupo mais violento de todo hemisfério. É tão obvio e explicito que a criminalidade não é resolvida com violência em cima de violência, todas sendo sempre mal sucedidas.
    O que precisamos mesmo é de um governo mais justo, que dê o direito de igualdade a todos, não importando a sua condição financeira. O que mais vemos, são ricos cometendo crimes e logo depois são liberados como se nada tivesse acontecido, claro que isso não se encaixa em todos os casos já vistos, porém em sua maioria. O que falta para toda a população brasileira são oportunidades, englobando várias alas, como: saúde, lazer, empregos e o principal EDUCAÇÃO. Mas enquanto isso não acontece, esperamos ansiosamente o dia em que o Brasil vire exemplo de coisas boas, e que nós deixaremos de ser “reféns” em nossa própria casa, ou em qualquer outro lugar.

    ResponderExcluir
  12. De fato a nossa constituição e extremamente frágil quando se fala em sistema prisional. O Governo não consegue ver que nada se resume em violência, que reduzir a maioridade penal ao invés de ajudar vai e atrapalhar, se os maiores de idade usam os menores de 18 anos para o crime passaram a usar os e 16 e assim vai. Hoje no Brasil se tem um problema extremamente grave os tão famosos "trombadinhas" que são grupos de menos que saqueiam lojas e pessoas nos centros comercias, já é bem visível crianças de menos de 10 anos no meio do bando e por vezes lideram o restante.
    A violência que ocorre nas cadeias e nos Centros de Detenção de menores infratores nada mais e do que eles vêem e aprendem todos os dias nas ruas e nas mídias sociais. A maioria desses adolescentes pertence às classes mais pobres já que 65% dessas famílias recebem de dois salários mínimos. Apenas 27% das famílias recebem acima de dois salários mínimos e somente 8% apresentavam uma renda acima de cinco salários mínimos. Só que estes dados mudam a cada dia vemos a todo instante que a cada dia que se passa mais jovens de classe media buscam “refugio” na criminalidade.
    A única atitude a ser tomada realmente e a integração desses adolescentes com projetos sócios educativos porque quando se quer mudança, primeiramente temo que ter conhecimento.

    ResponderExcluir
  13. O texto, bem elaborado por sinal, parti do princípio que o problema da violência no Brasil é consequência de um trabalho ineficiente da polícia. Na verdade a ineficiência da polícia é uma consequência de uma sucessão de falhas de um sistema muito maior que começa na educação de péssima qualidade, passa pela falta oportunidade de trabalho, por um conjunto de lei extremamente complacente, por um sistema judiciário corrompido, por um sistema carcerário que não reabilita ninguém e termina em um governo corrupto que não tem o menor interesse em solucionar o problema. A afirmação mais correta deixada pelo autor é: “Segurança se faz com educação, prevenção e amor!”.
    Manter a maioridade penal de 18 anos significa apenas adiar o problema do menor infrator, que permanecera no crime, impunemente, acumulado experiências para, ao atingir 18 anos idade limpa a sua ficha criminal e passar a corromper, do alto de sua experiência criminosa, outros delinquentes juvenis que lhe servirão de operários do crime. Além do mais a impunidade estimula os menores delinquentes a cometerem os seus crimes.
    Portanto, como dizia Pitágoras: “Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos. (Pitágoras)”.

    ResponderExcluir
  14. O combate ao crime começa na infância, com a educação dos pais, pois crianças criadas e crescidas em uma família equilibrada a chance de envolvimento nesse “mundo do crime” é mínima, sendo assim quando chega na adolescência não comete crimes e nem infrações por isso eu apoio a redução na menoridade penal. Se o menor vota então ele pode se responsabilizar pelos seus erros.
    Há pesquisas que apontam que os seres humanos aprendem mais com os erros do que com os acertos, mas existem casos que as pessoas cometem um determinado crime de uma pena branda provavelmente serão reincidentes.
    Pelo o que eu entendi o Arnaldo apóia a diminuição de pena, mas é a pena alta que faz os marginais repensarem em cometer o crime, ou vendo à diminuição a corda vai correr solta para a criminalidade havendo mais mortes mais assaltos, seqüestros... Nesse sentido eu não concordo porque tem que reprimir, quanto menos marginais melhor.
    Para que possa cobrar tem que investir na educação que atualmente é precária, tem que investir também no esporte e no entretenimento. Quanto menos tempo na rua com más companhias melhor, para que não há influencia no futuro dos jovens.
    Em algumas vezes a pessoa é obrigada a roubar para não passar fome ou sede, e com essa nova modinha de ostentação acaba sendo um incentivo para a criminalidade ele não vai ter e vai querer facilmente, a única saída vai ser roupar para luxar uma coisa que não foi ele que trabalhou para possuir. Para que possa cobrar da população tem que cobrar dos governantes que elegemos, leis iguais para todos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Este comentário foi removido pelo autor.

      Excluir
    2. Concordo com a parte que você fala de aumentar a pena Yuri, mas não acho que uma repressão possa ser considerada como solução, é realmente revoltante ver esses marginais na rua fazendo o que querem,mas temos que ter bom senso, são seres humanos, embora suas atitudes não correspondem como tal, eles devem ter a chance de se redimirem, como você disse aprendemos mais com erros do que acertos.

      Excluir
  15. A violência no Brasil vem atingindo índices inaceitáveis para todos nós,vindo existindo uma grande dificuldade em se por um fim a esse mal é a multiplicidade e grandeza de suas causas. É como se existisse um ciclo vicioso: Condição econômica do país, Desigualdade social, Crimes, Violência e Polícia ineficiente. Tratar problemas como este exige total participação da sociedade e também empenho dos órgãos administrativos.
    Além de ser um constrangimento físico ou moral, a violência é um ato vergonhoso que acontece diariamente, em todos os lugares do Brasil e no mundo. Ninguém sai mais à rua seguro de que vai voltar ao seu lar, muitas pessoas morrem e deixam famílias em sofrimento, por causa de um assalto, uma bala perdida ou outra causa de violência.Cada dia que passa a violência aumenta rapidamente, em vez de todos serem unidos, parece que separam-se. Não sabemos o que será o dia de amanhã, há tanto medo dentro de nós que não pensamos em outra coisa senão a violência. Não podemos esquecer de ressaltar a violência nas torcidas de esportes. Coisa que deveria ser diversão acaba em violência e morte. A assustadora explosão da violência no Brasil é justificada pelas autoridades por inúmeros problemas, mas estas mesmas autoridades a tratam com descaso. É frágil a segurança pública, com policiais despreparados e, em muitos casos, corruptos.

    ResponderExcluir
  16. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  17. O objetivo principal do sistema prisional era o de ressocializar o cidadão e fazer com que este ao ganhar novamente a sua liberdade, pudesse se inserir novamente na sociedade e ser um cidadão de bem, porém devido à precariedade das cadeias públicas do nosso país, não se consegue alcançar este efeito e o pior, muitas vezes o cidadão, por conta das humilhações e falta de estrutura psicológica, saem de lá piores, mais agressivos, com a sensação de que já não tem nada a perder, tornam a matar, roubar e estuprar. A Carta Magna delimita um espaço mínimo de 6 m² para cada detento mas hoje nossa realidade é outra: são 6 m² para mais de 40 presos vivendo em condições precárias, ventilação insuficiente e a falta da incidência de sol faz com que o ambiente se torne completamente insalubre, trazendo riscos a saúde física e mental.
    Com relação às leis, são muito benevolentes para os bandidos! Hoje a constituição não beneficia o cidadão de bem em absolutamente nada, pois não garante um dos principais direitos: A segurança. Hoje quem tem o amparo das leis são os bandidos. Uma pessoa que comete crimes bárbaros é preso e em menos de um ano já está nas ruas cometendo mais atrocidades. A Comissão dos Direitos Humanos na verdade se tornou a Comissão dos Direitos “dos manos” pois só se preocupam com o bem estar do marginal.
    Quando o delinquente é detido a comissão está presente para garantir seu bem estar, mas um pai de família que teve o filho brutalmente assassinado não tem assistência alguma, já que ela vai toda para o criminoso, que é orientado desde o momento em que é preso até o fim de seu julgamento. E o pai de família, que orientação recebe? Que apoio jurídico é prestado a esse cidadão ? Nenhum! Como podemos diminuir o índice de violência se as próprias leis são brandas e permitem que esse tipo de coisa aconteça? A mudança tem que acontecer a partir disto, as leis devem mudar juntamente com o pensamento das pessoas, pois a violência surge também com o desrespeito, com a descriminação e com a falta de ética. O problema da violência não deve se constituir na existência dos conflitos, mas na forma como procuramos resolvê-los , poucos param para pensar no que poderia ser feito para realmente resolver este mal que nos afeta cada dia mais. Isto tem que ser mudado, e o primeiro passo é colocar em prática a educação e o respeito ao próximo.

    ResponderExcluir
  18. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  19. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  20. De fato o que esta escrito na constituição brasileira, na pratica não é aplicado, A realidade é outra por isso a expressão “sonho infantil”. O texto constitucional aponta pra uma realidade impossível de ser praticada no atual contexto carcerário brasileiro. O filme brasileiro “Carandiru” mostra uma boa parte dessa triste realidade. Nosso programa prisional, não e um sistema funcional, percebe-se que muitos criminoso saem piores do que entraram, eles entram em contato com criminosos maiores e mais perigosos. A prisão funciona como uma “escola” de crime, embora esta mais que provado que este sistema não funcional existe adeptos do mesmo. Um Exemplo o delegado Waldir deputado federal que parece não percebe que o sistema já faliu. Com isso chegamos na conclusão de que não se resolve violência com violência mais sim com educação.

    ResponderExcluir
  21. Sabemos que a violência está se tornando algo comum em nossa sociedade, os motivos muitas vezes são fúteis e desnecessários. A intolerância e ignorância do ser humano são grandes, as pessoas pensam na violência como um modo de resolver seus problemas. Esse tipo de atitude, que na maioria das vezes é impulsivo, não é recomendável, pois a pessoa que pratica um ato violento certamente é um ser totalmente sem escrúpulos. Daí nos perguntamos: essa pessoa segue os ensinamentos que lhe foram aplicados? Como um dos Dez Mandamentos, que claramente expressa: “ Amar o próximo como a ti mesmo”. Existem leis para servir de exemplo a nossa população, pois quando uma delas não é cumprida existe sempre uma punição, muitas pessoas são a favor da pena de morte no Brasil quando o assunto é violência, na maioria dos casos contra menores de idade que sem dúvida são vitimas extremamente vulneráveis para o agressor, que sempre alegam sofrer de problemas mentais na tentativa de explicar tamanha atrocidade cometida. Homicídio, agressão física ou verbal também se encaixam a violência, mas a lei que mais vem sendo usada é a lei Maria da Penha, que tem como meta proteger a mulher de todo tipo de violência. Como percebemos a violência chega a ser algo sem fim, seja ela causada por discursões, etnia ou por desavenças por ambas as partes, portanto, tomando como base os fatos mencionados, vemos a carência na segurança de nossos cidadãos e para reverter essa situação deve-se ter a mobilização do governo com a implantação de projetos sócio educativos e o reforço da segurança pública, para que assim possa haver melhorias e garantir um futuro com menos violência e mais amor e compreensão ao próximo.

    ResponderExcluir
  22. Os números mostrados no texto são absurdos. Há vários fatores que contribui para que isso aumente a cada dia. A pena de morte não seria o solução para estes problemas como pensa a bancada da bala. A diminuição da maioridade penal para 16 anos diminuiria muito estes números. Grande parte dos crimes é cometido por menores e os que são presos só passam algum tempo no CAJE (Centro de Atendimento Juvenil Especializado), o tempo pode variar de acordo com o crime cometido. Mas muitos desses menores que são apreendido e vão para o CAJE voltam a cometer crimes. De acordo com acordo com algumas estatísticas do Correio Brasiliense, Brasília, Ceilândia e Taguatinga, três das regiões administrativas mais populosas do DF, concentram 43% dos homicídios, latrocínios, roubos, furtos e abusos cometidos por menores de 18 anos. Algumas também registraram aumento maior do que a média na comparação de janeiro a setembro dos dois últimos anos. São os casos do Sudoeste (575%), de Sobradinho (76,27%), de Sobradinho 2 (48,84%), do Plano Piloto (48,46%) e de mais sete localidades. É bem claro que o sistema prisional rigoroso não é bem sucedido, isso é bem nítido para todos. Enfim é extremamente difícil de encontrar uma solução para a violência no Brasil.

    ResponderExcluir
  23. A violência em nossos dias alcançou níveis assustadores. As pessoas, de um modo geral, sentem-se inseguras a ponto de transformarem seus lares em fortalezas, ou como alguns dizem prisão domiciliar; são impedidas de usufruir o direito de ir e vir livremente. É um fenômeno crescente inclusive nos pequenos centros urbanos. Não há lugar totalmente imune ao processo de violência humana, isso porque ela tem várias facetas. A sociedade está perplexa e não sabe como se comportar diante desta realidade incômoda. Não é uma questão de pessimismo; é um fato que precisa ser enfrentado com seriedade. A violência não é tão somente um problema de segurança pública, da polícia, da justiça, ou da ausência de ações políticas dos nossos governantes como afirmam alguns. A sociedade tem sua parcela de responsabilidade. É uma situação ampla e complexa, que precisa ser discutida com participação de todos os segmentos sociais. É importante haver reflexões profundas sobre o tema e a história pode contribuir muito para se fazer um diagnóstico correto. Importa também, eliminar a idéia simplista, na qual a pobreza produz violência; a pobreza é apenas uma das causas. De fato, existem vários componentes que precisam ser identificados e uma das melhores formas seria um pacto social, onde o poder público, especialistas, pesquisadores, estudiosos e sociedade pudessem canalizar inteligência e recursos para combater um dos grandes males da humanidade. Quando se fala em equacionar a violência como comportamento humano, parece ser simples porque não depende apenas de causas exteriores. Num primeiro momento, não se pode resolvê-la sem encontrar uma solução para a família. A modernidade conseguiu fragmentar a célula mãe da sociedade e se não houver uma revitalização da instituição família, é praticamente impossível programar qualquer medida saneadora. Outro segmento a ser revitalizado é a escola porque ela pode auxiliar a família na disseminação da solidariedade, da fraternidade, da convivência e aceitação das diferenças. Essas instituições têm a maior responsabilidade na formação comportamental do indivíduo; nelas se descobrem os limites que precisam ser respeitados, o sentido da solidariedade e o amor são experimentados. Se elas estiverem sem credibilidade, inicia-se o processo de desagregação social.

    ResponderExcluir
  24. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  25. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  26. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  27. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  28. A violência e o crime são dois fenômenos que sempre estiveram presentes nas diversas culturas. O egoísmo, a influência do mau, a fome, a miséria, o desemprego podem levar o homem ao estado intelectual e em consequência a infiltração ao mundo das drogas, do crime e da prostituição. Os jovens de hoje estão sendo dizimados pela violência gerada pelo consumo e tráfico de drogas. Enquanto a juventude brasileira se infiltra nas drogas e nas ações destrutivas, os governos deixam de investir na educação, na saúde e na segurança, a trindade social que não pode ser esquecida e nunca deixada de lado.
    A sociedade que tanto pede por justiça, não sabe o poder que tem em suas mãos. Para isso será necessário que ocupem espaços legítimos de lutas e reivindicações e compreender a violência como uma desgraça social. Esse processo só terá conclusão quando as classes sociais se unirem e lutar em conjunto, pois todas as conquistas brasileiras foram realizadas através da mobilização de todos. O Brasil não precisa de pena de morte. Criminosos convivem com isso diariamente, pois o grito de “Rota na rua” implicitamente significa “matem os bandidos”.

    ResponderExcluir
  29. O que realmente nos vem na cabeça quando ouvimos a palavra Brasil?. Seria o Futebol? ou que tal o carnaval?, poisé, embora não seja evidente, mas este é o problema do nosso país, em que o governo brasileiro só se preocupa com a imagem e mas não os problemas que enfrenta em tal.Sendo a violência a ferida que mais dói, a falta de suporte do governo influencia e muito para que esse problema cresça cada vez mais.Em comunidades menos favorecidas,nossos jovens seguem o caminho do crime sem não ter mais nenhuma escolha.Roubar,matar,e cometer outro tipo delito pelo simples fato de não ter que passar fome.
    Nosso governo é desprezível e obtém um comportamento hipócrita diante dos acontecimentos, e acham que a famosa frase "Violência só se resolve com violência" seja realmente eficaz.Queremos um país justo independente de quaisquer situação, que sempre faça o possível para obter o máximo de qualidade em Saúde e em Educação, que não seja covarde no sentido de resolver os problemas de desigualdade social, que se preocupe em projetos equilibrados para uma reformulada redistribuição de renda, assistência a faixa etária entre 13 á 25 anos com atividades culturais e treinamento para o trabalho, com todo esse suporte nossas crianças e adolescentes ficarão menos tempo na rua e teriam um futuro digno e melhor.Os noticiários e a mídia exageram e fazem com que o problema seja impossível, o que realmente não é.

    ResponderExcluir
  30. A violência se manifesta a partiar da opressao e do abuso da força que os policiais brasileiros tem, como o constrangimento exercido sobre tal pessoa obrigando a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer. Muitos dos casos de violência derivam de problemas sociais, como a miséria, fome e desemprego, onde muitos cidadãos recorrem a criminalidade por não terem outra alternativa. Porém, a polícia corrupta também está associada à violência, uma aumentando a outra. Um Estado sem programas de segurança pública e ineficiente aumentam a injustiça e a impunidade, que muitas vezes a vítima se sente obrigada a fazer algo por conta própria.
    A soluçao para essa questão envolve vários setores da sociedade brasileira, não só a segurança pública, o sistem judiciário e a atual polícia, mas tambem a melhoria da saúde, da educaçao, das oportunidades de emprego, das moradias e outros fatores. Mas, principalmente uma maior participaçao da sociedade nas discussões e soluções dos problemas para que possam viver em um país melhor.

    ResponderExcluir
  31. Segurança pública é mais do que prisões, mas prisões são o termômetro da insegurança institucionalizada que reina no Brasil. A violência é um dos maiores problemas enfrentados pelo povo brasileiro. A polícia do Brasil é uma das mais violentas do mundo. Os índices de homicídios são comparáveis aos de países em guerra. Vinte anos atrás, havia no Brasil 20 mil presos. Nos últimos anos o número de presidiários cresceu assustadoramente. Segundo o Conselho Nacional de Justiça até dezembro de 2008 havia no País 446.687 presos. Deste total, 42,97% eram presos provisórios (não foram ainda julgados e condenados) e 57,03% condenados, a maioria por crimes como roubo e furto. Há mandado de prisão para cerca de outros 500 mil. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministro Gilmar Mendes, disse no dia 16 de fevereiro de 2009: “Aproximadamente um terço da população carcerária nacional se encontra recolhida aos presídios indevidamente. Ou porque já cumpriu a pena ou porque não deveria ter sido recolhida”. Grande parte dos investimentos “sociais” dos governos tem sido aplicada no sistema de segurança e no prisional: no aumento vertiginoso de efetivo policial, no número de viaturas e de prisões. Prisões superlotadas, onde a integridade física e mental dos presos não está sendo respeitada. As prisões brasileiras, hoje, são verdadeiros “campos de concentração”. A quase totalidade dos presos é pobre, negra e jovem. Quando ocorrem os crimes bárbaros e as vítimas são de classe média, a mídia faz um alarde. Quando as vítimas são os pobres, o que é maioria, ninguém fica sequer sabendo. Banaliza-se. Não há espaço na mídia para problematizar a questão. As propostas que surgem vêm na contramão dos ditames constitucionais como é o caso dos projetos de lei que visam à redução da maioridade penal e ao endurecimento de leis penais como várias aprovadas no Congresso Nacional, em 2008.

    ResponderExcluir
  32. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  33. O texto refere-se às reais situações de violência hoje no Brasil, explicita através de dados estatísticos outros países desde os mais violentos aos mais pacíficos.
    O problema da violência no nosso país, vai muito alem, do poder judiciário, da “bancada da bala” e do infeliz depoimento do delegado de Goiânia. O sistema carcerário “abarrotado”, a polícia violenta, as proposições de redução penal, da prisão perpetua e da pena de morte, são apenas consequências de um país em esfacelamento, por governantes corruptos, pelo não investimento maior e melhor na educação, preparando os agentes públicos, seus educadores, renegados a toda má sorte. E, cadê a sociedade? Onde os bons estão apáticos, emudecidos, invisibilizados diante de uma minoria corrompida a qual acha ser o correto. Lamentável ter visto no texto apenas uma medida que contribuiu com a redução da criminalidade, pois acredito que todas as instituições poderiam ser fortalecidas e assim diminuir suas responsabilidades, embora a educação possa contribuir muito com programas, devem-se criar outros mecanismos através de políticas publicas e considerar tantos outros fatores que geram a violência.
    O Brasil tem que evoluir muito culturalmente para tornar-se um lugar sem violência e com qualidade de vida para todos, como o bem garante a constituição brasileira.

    ResponderExcluir
  34. Entendo que o combate a violência tem que ser feito de maneira correta no Brasil, tratando o problema envolvendo esses crimes de forma séria, e com isso enfrentar as coisas que favorecem o aparecimento de tanta violência, pois muitas são as coisas que contribuem para o aparecimento desses crimes que vemos todos os dias, por isso o país precisa de uma boa educação nas escolas públicas, melhorar a distribuição de renda para os brasileiros, combater a corrupção das autoridades do Estado, entre outras coisas, pois em outros países a população tem mais apoio do Estado, e com isso tem uma educação melhor, não tem tanta impunidade, e também as pessoas tem mais medo de cometer crimes, pois sabem que a lei funciona para todos. No Brasil agora que vemos alguns políticos sendo presos, mas antes eles faziam o que queriam e nada aconteciam com eles, e isso incetiva as pessoas a cometerem crimes também, pois sabem que as leis brasileiras não são rígidas como em outros países do mundo. Por isso as pessoas têm que votarem em políticos sérios, pois eles fazem as leis que serão aplicadas para todos, é por isso que a população não deve votar em políticos corruptos que só querem roubar, e não se preocupam com o povo do país. Para assim toda a população ter melhores condições de vida e com isso reduzir tanta violência que vemos todos os dias.

    ResponderExcluir
  35. Percebe-se que o Sistema Penitenciário Brasileiro, por descaso dos poderes competentes, não consegue promover de forma precisa sua função de reintegrar o apenado à sociedade. Este, apesar de viver em regime fechado necessita ter seus Direitos Fundamentais garantidos, para que assim possa voltar ao convívio social de forma estável.
    “Já me tiraram a comida e o sol,

    já levei chute e bofetada.

    Abriram as pernas da minha mulher,

    arrancaram a roupa de minha mãe.

    Não tem mais o que tirar de mim, só ódio.”

    (J. M. E. 31 anos, preso no Rio de Janeiro)

    Originalmente as prisões foram criadas como alternativas mais humanas aos castigos corporais e à pena de morte. Já, num segundo momento, estas deveriam atender as necessidades sociais de punição e proteção enquanto promovessem a reeducação dos infratores. Mas sabemos que tem sido utilizadas para servir a propósitos muito diferentes daqueles originalmente visados.
    Apesar de ser uma exigência para a ressocialização, as atividades laborais e os cursos profissionalizantes, estão longe de ser uma realidade. Estudos mostram que aproximadamente 76% dos presos ficam ociosos. Em todo país, apenas 17%% dos presos estudam na prisão – participam de atividades educacionais de alfabetização, ensino fundamental, ensino médio e supletivo. Todavia, trabalhar ou estudar na prisão diminui as chances de reincidência em até 40%.Dar um tratamento digno ao preso, propiciando-lhe trabalho e educação, além da inserção no mercado de trabalho, é uma forma de combater o crime. Por isso, as empresas e o governo precisam incentivar a criação de oportunidades de trabalho e cursos de capacitação profissional para presos e egressos do sistema carcerário, de modo a concretizar ações de cidadania, promover a ressocialização e conseqüente redução da reincidência.

    ResponderExcluir
  36. Só leis que atuem sobre a importância do crime, poderá ser o limite, ou seja, abaixa a idade pena e uma tese. Esses bandidos deveriam ser julgados pela gravidade do crime, e não por idade. O brasil é o único pais do mundo com jovens pelas ruas, roubando, abandonados a própria sorte, usando droga e mais .O pesadelo passou a ser normalidade por aqui no Brasil, não há segurança mais em casa, nem nas ruas, em ambientes privados imagine só em lugares públicos . Onde há gente há perigo, no Brasil tem mais crimes do que muitos países no mundo. A dificuldade também pode começa na vida familiar, onde os filhos recebem orientações e costumes dos pais; Mas o problema também pode surgir na compania de outras pessoas como amigos entre outros que acabam influenciando e levando os jovens para o caminho das drogas e assim acabam cometendo pequenos furtos. Tudo Isso faz parte das relações e as influencias que elas trazem. A maioria das vezes a responsabilidade acaba caindo sobre as mães mas, não devemos receptar só mulheres, e descobri e cobrar a paternidade.

    ResponderExcluir
  37. uma solução é a comunicação não violenta baseia-se em habilidades de linguagens e comunicação que fortalecem a nossa capacidade de continuarmos humanos, mesmo em condições adversas. É um processo conhecido por sua capacidade de solidariedade. Destaca-se a empatia (capacidade de se colocar no lugar do outro), fundamental para a comunicação não violenta. Vem sendo utilizada por uma rede mundial de mediadores e facilitadores, com o objetivo de intervir e agir em favor da paz, através de sua abordagem aplicada a todos os níveis de comunicação e conflitos das relações sociais.
    Existe uma alternativa pacífica de resoluções de conflitos que busca uma relação não hierárquica, de escuta, diálogo e respeito por todos os envolvidos. São as práticas restaurativas, que vêm sendo usadas em diversos espaços como escolas, poder judiciário, comunidades e no dia-a-dia das pessoas. A ideia é proporcionar um encontro onde as pessoas diretamente envolvidas numa situação de violência ou conflito possam conversar e identificar suas necessidades não atendidas. Busca a responsabilização coletiva pela situação de conflito e construção de alternativas de resolução não violenta, visando a restaurar as relações rompidas.

    ResponderExcluir
  38. A violência no Brasil cresce de forma acelerada e sem controle, com cerca de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos. Esse número supera o de mortes em países que enfrentam guerras, como o Iraque. Mas o que podemos fazer para mudar isso? O país permanece quieto enquanto o poder do crime organizado,a cada vez pior com motivaçoes pessoais ou sem sentido. O aumento alarmante da violência é causado pelas autoridades por vários problemas, mas as proprias autoridades a tratam com descaso. A segurança pública é fragil com policiais despreparados que abusam do cargo pois se acham superiores e muitas vezes são corruptos. O sistema carcerário é ineficiente que na maioria dos casos, permite que assassinos e ladrões vivam em liberdade como qualquer outro cidadão.A conclusão sobre a violência em nosso país é que muitos consideram a nossa Lei, como a Lei que favorece o criminoso. A Lei que da, “privilégios” aos criminosos. Para que a violência pelo menos diminua, deve-se começar mudando a sociedade, que os cidadãos se matam por brigas de trânsito, por uma vaga de estacionamento, o que falta no país é a educação e quem deve busca-lá é a própria sociedade.

    ResponderExcluir
  39. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir
  40. A violência se manifesta por meio da tirania, da opressão e do abuso da força. Ocorre do constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer. Existem diversas formas de violência, tais como as guerras, conflitos étnico-religiosos e banditismo.
    Em um país onde a violência aumenta gradativamente e a segurança tende a ficar cada dia pior, surgem grupos de pessoas que auto denominam-se “justiceiros”, as quais estão ali para proteger a população, já que a sensação de segurança não é proporcionada pelo poder público. Com isso, a classe média brasileira vibra, a cada bandido morto, a cada delinquente espancado, como fazem questão de dizer “Bandido bom é bandido morto”. Como já sabemos a corda sempre rompe do lado mais fraco, do lado do criminoso que não teve acesso a educação e a muitos outros direitos que qualquer cidadão tem.
    As causas da violência são associadas, em parte, a problemas sociais como miséria, fome, desemprego. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condições econômicas. Além disso, um Estado ineficiente e sem programas de políticas públicas de segurança, contribui para aumentar a sensação de injustiça e impunidade, que é, talvez, a principal causa da violência.
    A solução para a questão da violência no Brasil envolve os mais diversos setores da sociedade, não só a segurança pública e um judiciário eficiente, mas também demanda com urgência, profundidade e extensão a melhoria do sistema educacional, saúde, habitacional, oportunidades de emprego, dentre outros fatores. Requer principalmente uma grande mudança nas políticas públicas e uma participação maior da sociedade nas discussões e soluções desse problema de abrangência nacional.
    Portanto, a maneira certa de se combater a criminalidade não é partindo de um ato violento, mas sim com um maior patrulhamento da polícia em todas as localidades do país, para que toda a população possa andar tranquilamente pela rua. Além, da implantação de escolas de qualidade, as quais todos possam ter o livre acesso para estudar, só assim vamos conseguir diminuir os atos de violência no território brasileiro e aumentar a sensação de segurança.

    ResponderExcluir
  41. A cada dia que passa só aumenta a taxa de violência no Brasil envolvendo todos os tipos de violência, com a maioridade penal de 18 anos os jovens vem a cada dia praticando mais crimes mais atos violento pois eles mesmo sabem por serem de menores seus atos inflacionários não causaram para eles grandes proporção , pois ele nem comprem pensas apenas cumpre medidas sócio educativas . Muitos ainda brincam com o fato de serem aprendido, pois ficaram pouco tempo e terão do melhor La dentro, porem a violência não se trata só no mundo de crianças e adolescentes, pois com o passar dos anos a violência praticada por pessoas de maior idade só aumenta também, pois nos tempos de hoje tudo se privar a violência muitos banais e fúteis, acabam tornando grandes proporções. Para que haja uma melhoria e necessário que contenha penas mais severas e que tenha uma boa educação desde pequenos .

    ResponderExcluir
  42. ALERTA AOS LEGISLADORES INFIÉIS QUE COGITAM DE REDUZIR A MAIORIDADE PENAL NO BRASIL E NO MUNDO, SEM CONHECER OS ENSINAMENTOS CRISTAOS:
    Senhores Deputados e Senadores:
    Não podemos permitir a DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA TRADICIONAL, pela queima irresponsável dos valores éticos e morais que devem compor e legitimar cada célula familiar, como estrutura de toda sociedade civilizada:
    É preciso silenciar quem pensa e age com tamanho despropósito; porque demonstra claramente ser inimigo(a) de Deus e do seu povo:
    Por isso vos peço: Entendei que a ideia de diminuir a maioridade penal, visando combater o mal, não passa de mais uma insensata, iníqua e nefasta intenção; porque visa combater apenas o EFEITO DELINQUENTE, enquanto que perpetua e fortalece a CAUSA DA DELINQUENCIA, que a cada dia se torna mais potente para causar o descaminho, a perdição, a prisão, o sofrimento e a morte prematura de gente inocente:
    Porventura ignorais que já há crianças de 10 anos delinquindo, praticando toda sorte de delitos ou pecados? Nessa escala logo teremos que transferir a criança do berço diretamente para a cadeia, ou não?
    Na verdade, a nossa juventude tem sido arruinada na vida, como vitima ingênua da insanidade espiritual do meio em que se acha relegada; onde impera a incredulidade, a ignorância e a maldade; porquanto não há conhecimento e nem temor de Deus.
    Até quando marginais inconscientes e outros pecadores mentirosos, substituirão Professores Ajuizados na formação dos jovens? Até quando as Escolas Cristãs serão substituídas por presídios desumanos, por universidades do crime? Até quando dormireis o sono da inconsciência, deitados em berço esplêndido?
    Rogo-vos, pois, pelo bem comum: Refleti sobre os ensinamentos de Cristo, que sintetiza toda a questão no seguinte texto bíblico:
    (MT.23.1) Então, falou Jesus às multidões e aos discípulos, dizendo: (1CO.16.24) O meu amor seja convosco em Cristo Jesus: (RM.15.33) E o Deus da paz seja com todos vós: (LV.6.31) Como quereis que os Homens vos façam; assim fazei-o vós também a eles: (JZ.7.17) Olhai para mim e fazei como eu fizer, (JB.15.5) porque sem mim nada podeis fazer: (JB.13.34) Amai-vos uns aos outros como eu vos amei: (IS.1.17) Aprendei a fazer o bem, atendei a justiça, repreendei ao opressor, defendei o direito do orfão, pleiteai a causa das viúvas: (SL.82.4) Socorrei o fraco e o necessitado, tirai-os das mãos dos ímpios: (DT.3.22) Não os temais, porque o Senhor, vosso Deus, é o que peleja por vós:
    (PV.22.6) Ensinai a criança o caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele; (LS.3.11) porque desgraçado é o que rejeita a sabedoria e a instrução, a esperança dele é vã, e os trabalhos sem frutos, e inúteis as suas obras: (JB.8.25) Que é que desde o principio vos tenho dito? (JB.14.6) Eu sou o caminho, a verdade, e a vida: Ninguém vem ao Pai senão por mim: (MT.11.28) Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei: (AM.5.4) Buscai-me e vivei: (LV.18.2) Eu sou o Senhor vosso Deus: (LV.19.4) Não vos virareis para os ídolos, nem fareis deuses de fundição; (LS.14.27) porque o culto dos ídolos é a causa e o princípio de todo o mal:
    (JS.23.14) Eis que, hoje, já sigo pelo caminho de todos os da terra; (AT.13.34) e cumprirei a vosso favor as santas promessas feitas a Davi, (LC.12.32) porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino: (MC.14.41) Ainda dormis e repousais! Basta! (CJ.) Despertai-vos, levantai e apressai em interagir conosco; (EF.5.16) remindo o tempo, porque os dias são maus; (DT.4.20) como hoje se vê.






    ResponderExcluir
  43. ALERTA AOS LEGISLADORES INFIÉIS QUE COGITAM DE REDUZIR A MAIORIDADE PENAL NO BRASIL E NO MUNDO, SEM CONHECER OS ENSINAMENTOS CRISTAOS:
    Senhores Deputados e Senadores:
    Não podemos permitir a DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA TRADICIONAL, pela queima irresponsável dos valores éticos e morais que devem compor e legitimar cada célula familiar, como estrutura de toda sociedade civilizada:
    É preciso silenciar quem pensa e age com tamanho despropósito; porque demonstra claramente ser inimigo(a) de Deus e do seu povo:
    Por isso vos peço: Entendei que a ideia de diminuir a maioridade penal, visando combater o mal, não passa de mais uma insensata, iníqua e nefasta intenção; porque visa combater apenas o EFEITO DELINQUENTE, enquanto que perpetua e fortalece a CAUSA DA DELINQUENCIA, que a cada dia se torna mais potente para causar o descaminho, a perdição, a prisão, o sofrimento e a morte prematura de gente inocente:
    Porventura ignorais que já há crianças de 10 anos delinquindo, praticando toda sorte de delitos ou pecados? Nessa escala logo teremos que transferir a criança do berço diretamente para a cadeia, ou não?
    Na verdade, a nossa juventude tem sido arruinada na vida, como vitima ingênua da insanidade espiritual do meio em que se acha relegada; onde impera a incredulidade, a ignorância e a maldade; porquanto não há conhecimento e nem temor de Deus.
    Até quando marginais inconscientes e outros pecadores mentirosos, substituirão Professores Ajuizados na formação dos jovens? Até quando as Escolas Cristãs serão substituídas por presídios desumanos, por universidades do crime? Até quando dormireis o sono da inconsciência, deitados em berço esplêndido?
    Rogo-vos, pois, pelo bem comum: Refleti sobre os ensinamentos de Cristo, que sintetiza toda a questão no seguinte texto bíblico:
    (MT.23.1) Então, falou Jesus às multidões e aos discípulos, dizendo: (1CO.16.24) O meu amor seja convosco em Cristo Jesus: (RM.15.33) E o Deus da paz seja com todos vós: (LV.6.31) Como quereis que os Homens vos façam; assim fazei-o vós também a eles: (JZ.7.17) Olhai para mim e fazei como eu fizer, (JB.15.5) porque sem mim nada podeis fazer: (JB.13.34) Amai-vos uns aos outros como eu vos amei: (IS.1.17) Aprendei a fazer o bem, atendei a justiça, repreendei ao opressor, defendei o direito do orfão, pleiteai a causa das viúvas: (SL.82.4) Socorrei o fraco e o necessitado, tirai-os das mãos dos ímpios: (DT.3.22) Não os temais, porque o Senhor, vosso Deus, é o que peleja por vós:
    (PV.22.6) Ensinai a criança o caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele; (LS.3.11) porque desgraçado é o que rejeita a sabedoria e a instrução, a esperança dele é vã, e os trabalhos sem frutos, e inúteis as suas obras: (JB.8.25) Que é que desde o principio vos tenho dito? (JB.14.6) Eu sou o caminho, a verdade, e a vida: Ninguém vem ao Pai senão por mim: (MT.11.28) Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei: (AM.5.4) Buscai-me e vivei: (LV.18.2) Eu sou o Senhor vosso Deus: (LV.19.4) Não vos virareis para os ídolos, nem fareis deuses de fundição; (LS.14.27) porque o culto dos ídolos é a causa e o princípio de todo o mal:
    (JS.23.14) Eis que, hoje, já sigo pelo caminho de todos os da terra; (AT.13.34) e cumprirei a vosso favor as santas promessas feitas a Davi, (LC.12.32) porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino: (MC.14.41) Ainda dormis e repousais! Basta! (CJ.) Despertai-vos, levantai e apressai em interagir conosco; (EF.5.16) remindo o tempo, porque os dias são maus; (DT.4.20) como hoje se vê.






    ResponderExcluir
  44. CCJ rejeita redução da maioridade penal para 16 anos
    De:
    Ana Monteiro
    Õ Arnaldo...deixa de ser louco, fanático e incoerente!! Ficando a favor de sua idéia, estaremos a favor da matança dos cidadãos de bem...É ISTO QUE VC QUER? MATANÇA GERAL!! ~E isto que está acontecendo!! MATANÇA GERAL!! É isto que vc prega, seu louco!!! Tudo isso com apoio deste governo corrupto...DEUS NÃO ESTÁ SATISFEITO COM ESSES DEFENSORES...NINGUÉM DELES PERTENCE A DEUS, SEU BURRO!! SÃO ATEUS, COMUNISTAS, TERRORISTAS, E OUTRAS COISAS MAIS...VC ESTÁ FAZENDO CORO COM ELES, SEU DOENTE!!! O Sr. Deus não é injusto!!! Seu idiota...onde vamos fazer esta formação da Família Cristâ e em quanto tempo hein?? Na sua casa? Quais desses bandidos mirins se interessarão em frequentar aulinhas de sua ética? SÃO PSICOPATAS NA MAIORIA...E ESTA GENTE NÃO GOSTA DO BEM ...NINGUÉM ESTÁ FALANDO EM PENA DE MORTE, MAS EM PRISÃO...FERA TEM QUE FICAR NA JAULA!!! AHHH E LOUCO COMO VC, TAMBÉM!!


    RESPOSTA UNILATERAL
    Amigos ou Inimigos:
    Eis a razão pela qual devemos acatar os conselhos e mandamentos de Deus, à exemplo destes:(PV.23.9) Não fales aos ouvidos do insensato, porque desprezará as tuas palavras: (MT.7.6) Não deis aos cães o que é Santo, nem lanceis aos porcos as vossas perolas: Logo, (JB.15.23) Quem me odeia, odeia também a meu Pai:
    Ora, Eu sou apenas um ex-pecador que tem implantado no coração humano os ensinamentos Cristãos, que a Providência Divina predestinou aos Homens e as Mulheres de boa fé, que acreditam na palavra e na lei de Deus; (1CO.13.8) porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade:
    Faço isto com muita honra, cumprindo o dever de toda Criatura Consciente que teme o Senhor, e faz a vontade do Criador dos céus e da terra: E todos aqueles que seguem a Jesus Cristo junto comigo, sabem que já convivemos com a “besta-fera” prometida pelo Senhor, e para quem já esta prescrita a pena da morte eterna: A morte do corpo e da alma:
    (MT.10.28) Não temei o que pode matar o corpo e não pode matar a alma; temei, antes, Aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo: (MT.5.6) Bem-Aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque serão fartos: (AP.21.8) Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos assassinos, aos impuros, aos idolatras, e a todos os mentirosos; a parte que lhes cabe será no lago do fogo e enxofre, a saber: A Segunda Morte. Arnaldo ou Israel




    ResponderExcluir
  45. CCJ rejeita redução da maioridade penal para 16 anos
    De:
    Ana Monteiro
    Õ Arnaldo...deixa de ser louco, fanático e incoerente!! Ficando a favor de sua idéia, estaremos a favor da matança dos cidadãos de bem...É ISTO QUE VC QUER? MATANÇA GERAL!! ~E isto que está acontecendo!! MATANÇA GERAL!! É isto que vc prega, seu louco!!! Tudo isso com apoio deste governo corrupto...DEUS NÃO ESTÁ SATISFEITO COM ESSES DEFENSORES...NINGUÉM DELES PERTENCE A DEUS, SEU BURRO!! SÃO ATEUS, COMUNISTAS, TERRORISTAS, E OUTRAS COISAS MAIS...VC ESTÁ FAZENDO CORO COM ELES, SEU DOENTE!!! O Sr. Deus não é injusto!!! Seu idiota...onde vamos fazer esta formação da Família Cristâ e em quanto tempo hein?? Na sua casa? Quais desses bandidos mirins se interessarão em frequentar aulinhas de sua ética? SÃO PSICOPATAS NA MAIORIA...E ESTA GENTE NÃO GOSTA DO BEM ...NINGUÉM ESTÁ FALANDO EM PENA DE MORTE, MAS EM PRISÃO...FERA TEM QUE FICAR NA JAULA!!! AHHH E LOUCO COMO VC, TAMBÉM!!


    RESPOSTA UNILATERAL
    Amigos ou Inimigos:
    Eis a razão pela qual devemos acatar os conselhos e mandamentos de Deus, à exemplo destes:(PV.23.9) Não fales aos ouvidos do insensato, porque desprezará as tuas palavras: (MT.7.6) Não deis aos cães o que é Santo, nem lanceis aos porcos as vossas perolas: Logo, (JB.15.23) Quem me odeia, odeia também a meu Pai:
    Ora, Eu sou apenas um ex-pecador que tem implantado no coração humano os ensinamentos Cristãos, que a Providência Divina predestinou aos Homens e as Mulheres de boa fé, que acreditam na palavra e na lei de Deus; (1CO.13.8) porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade:
    Faço isto com muita honra, cumprindo o dever de toda Criatura Consciente que teme o Senhor, e faz a vontade do Criador dos céus e da terra: E todos aqueles que seguem a Jesus Cristo junto comigo, sabem que já convivemos com a “besta-fera” prometida pelo Senhor, e para quem já esta prescrita a pena da morte eterna: A morte do corpo e da alma:
    (MT.10.28) Não temei o que pode matar o corpo e não pode matar a alma; temei, antes, Aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo: (MT.5.6) Bem-Aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque serão fartos: (AP.21.8) Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos assassinos, aos impuros, aos idolatras, e a todos os mentirosos; a parte que lhes cabe será no lago do fogo e enxofre, a saber: A Segunda Morte. Arnaldo ou Israel




    ResponderExcluir